Dandara na Terra dos Palmares é um espetáculo infantojuvenil que aborda o racismo estrutural e resgata a ancestralidade do povo negro no Brasil, marcando os 27 anos de resistência da Arte Sintonia Companhia de Teatro. A montagem conta a história de Dandara, uma menina negra, sensível e sábia, que passa a rejeitar o próprio nome após sofrer racismo na escola, onde é chamada de “escrava” por colegas. Revoltada com as agressões e piadas, Dandara simula estar doente para não ir às aulas. Sob os cuidados da avó, pede um chá para aliviar seu mal-estar. Após a insistência da neta, a avó prepara uma infusão com ervas medicinais, cujo poder faz Dandara adormecer. Durante o sono, a menina sonha com um lugar chamado Palmares, onde conhece a luta de seus antepassados — e, principalmente, a história da guerreira Dandara dos Palmares. A experiência transforma sua percepção, permitindo que ela redescubra o orgulho pelo próprio nome e por suas raízes. De forma lúdica e poética, o espetáculo reflete sobre a opressão sofrida pelo povo negro no Brasil, evidenciando como essas vivências impactam as crianças e revelam as marcas profundas do racismo estrutural.
Classificação Indicativa: Livre
FICHA TÉCNICA
Texto e produção: Antônio Marques
Direção, cenário e figurinos: Agamenon de Abreu
Canções, arranjos e direção musical: Emille Lapa e Natalyne Santos
Direção coreográfica: Cristiane Florentino
Elenco: Yandra Góes, Denise Correia, Gilson Garcia, Leonardo Freitas, Diogo Lopes Filho e Natalyne Santos
Preparação vocal: Manuela Rodrigues
Iluminação e operação de luz: Luciana Liege
Concepção de maquiagem: Lívia França e Agamenon de Abreu
Adereços: Agamenon de Abreu, Zoíla Barata, Sueli Garcia, Ricardo Vieira, Natalyne Santos e Gilson Garcia
Equipe de montagem: Nilson Xavier e Clenyton Moura
Sonoplastia e contrarregra: Clenyton Moura
Assessoria jurídica: Arlane Abreu
Assessoria de imprensa: Biz Comunicação Integrada
Dandara na Terra dos Palmares é um espetáculo infantojuvenil que aborda o racismo estrutural e resgata a ancestralidade do povo negro no Brasil, marcando os 27 anos de resistência da Arte Sintonia Companhia de Teatro. A montagem conta a história de Dandara, uma menina negra, sensível e sábia, que passa a rejeitar o próprio nome após sofrer racismo na escola, onde é chamada de “escrava” por colegas. Revoltada com as agressões e piadas, Dandara simula estar doente para não ir às aulas. Sob os cuidados da avó, pede um chá para aliviar seu mal-estar. Após a insistência da neta, a avó prepara uma infusão com ervas medicinais, cujo poder faz Dandara adormecer. Durante o sono, a menina sonha com um lugar chamado Palmares, onde conhece a luta de seus antepassados — e, principalmente, a história da guerreira Dandara dos Palmares. A experiência transforma sua percepção, permitindo que ela redescubra o orgulho pelo próprio nome e por suas raízes. De forma lúdica e poética, o espetáculo reflete sobre a opressão sofrida pelo povo negro no Brasil, evidenciando como essas vivências impactam as crianças e revelam as marcas profundas do racismo estrutural.
Classificação Indicativa: Livre
FICHA TÉCNICA
Texto e produção: Antônio Marques
Direção, cenário e figurinos: Agamenon de Abreu
Canções, arranjos e direção musical: Emille Lapa e Natalyne Santos
Direção coreográfica: Cristiane Florentino
Elenco: Yandra Góes, Denise Correia, Gilson Garcia, Leonardo Freitas, Diogo Lopes Filho e Natalyne Santos
Preparação vocal: Manuela Rodrigues
Iluminação e operação de luz: Luciana Liege
Concepção de maquiagem: Lívia França e Agamenon de Abreu
Adereços: Agamenon de Abreu, Zoíla Barata, Sueli Garcia, Ricardo Vieira, Natalyne Santos e Gilson Garcia
Equipe de montagem: Nilson Xavier e Clenyton Moura
Sonoplastia e contrarregra: Clenyton Moura
Assessoria jurídica: Arlane Abreu
Assessoria de imprensa: Biz Comunicação Integrada
