O espetáculo “Notícias do Dilúvio – um canto a Canudos”, é resultado da pesquisa coletiva do grupo sobre a navegância do povo que formou Canudos até os nossos tempos. Sob a marca do massacre na construção de nossa história enquanto república, as duas mulheres da trama reúnem as vozes-mulheres do Belo Monte que resistem a tantas tentativas de apagamento, a fim de atualizar, contar e cantar o lugar em que se forma o silêncio, ecoando a luta, a fé e a festa que se cruzam em uma narrativa que entrelaça o popular e contemporâneo para confrontar a história oficial. O trabalho reverencia em sua teia dramatúrgica documental e simbólica as resistências e re-existências das comunidades que se formam em redemoinhos de tempo entre os rios Vaza Barris e São Francisco, destacando a força das mulheres na construção da esperança e da luta popular.
Classificação Indicativa: a partir de 10 Anos
FICHA TÉCNICA:
Direção artística: Antonio Veronaldo
Assistência de direção: Letícia Rodrigues
Dramaturgia: Antonio Veronaldo, Luís Osete, Camila Rodrigues e Cristiane Crispim
Elenco: Camila Rodrigues e Cristiane Crispim
Vozes em off: Maria Senhora, Ana de Bendegó e Dona Salustiana
Concepção de figurino: Letícia Rodrigues
Confecção de figurino: Maria Nubis da Silva
Confecção de adereços: Joana Crispim e Zenilton Souza
Concepção e execução de iluminação: Fernando Pereira
Concepção de cenografia: Luiz Marcelo e Cristiane Crispim
Confecção/pintura de estandartes: Morgana Caroline
Bordado dos peitorais e estandartes: Irismar Silva
Concepção de trilha musical: Moesio Belfort e Carlos Hiury
Assessoria de imprensa: Eneida Trindade
Referências artísticas: texto “notícias do dilúvio” de Eduardo Lalo; cancioneiro popular; manifestações populares como o reisado da mata de São José (Orocó-PE), os reisados do sertão do São Francisco (Pernambuco) e do Cariri (Juazeiro do Norte-CE
O espetáculo “Notícias do Dilúvio – um canto a Canudos”, é resultado da pesquisa coletiva do grupo sobre a navegância do povo que formou Canudos até os nossos tempos. Sob a marca do massacre na construção de nossa história enquanto república, as duas mulheres da trama reúnem as vozes-mulheres do Belo Monte que resistem a tantas tentativas de apagamento, a fim de atualizar, contar e cantar o lugar em que se forma o silêncio, ecoando a luta, a fé e a festa que se cruzam em uma narrativa que entrelaça o popular e contemporâneo para confrontar a história oficial. O trabalho reverencia em sua teia dramatúrgica documental e simbólica as resistências e re-existências das comunidades que se formam em redemoinhos de tempo entre os rios Vaza Barris e São Francisco, destacando a força das mulheres na construção da esperança e da luta popular.
Classificação Indicativa: a partir de 10 Anos
FICHA TÉCNICA:
Direção artística: Antonio Veronaldo
Assistência de direção: Letícia Rodrigues
Dramaturgia: Antonio Veronaldo, Luís Osete, Camila Rodrigues e Cristiane Crispim
Elenco: Camila Rodrigues e Cristiane Crispim
Vozes em off: Maria Senhora, Ana de Bendegó e Dona Salustiana
Concepção de figurino: Letícia Rodrigues
Confecção de figurino: Maria Nubis da Silva
Confecção de adereços: Joana Crispim e Zenilton Souza
Concepção e execução de iluminação: Fernando Pereira
Concepção de cenografia: Luiz Marcelo e Cristiane Crispim
Confecção/pintura de estandartes: Morgana Caroline
Bordado dos peitorais e estandartes: Irismar Silva
Concepção de trilha musical: Moesio Belfort e Carlos Hiury
Assessoria de imprensa: Eneida Trindade
Referências artísticas: texto “notícias do dilúvio” de Eduardo Lalo; cancioneiro popular; manifestações populares como o reisado da mata de São José (Orocó-PE), os reisados do sertão do São Francisco (Pernambuco) e do Cariri (Juazeiro do Norte-CE